domingo, 11 de maio de 2008

Meu dia de Júlio Verne

Descer 50 metros dentro da terra já me fez sentir a emoção descrita pelo escritor Júlio Verne em Viagem ao Centro da Terra, quanto mais eu caminhava para dentro, mas eu lembrava desta aventura… rsrsrs

Com lugares iluminados artificialmente, a gruda das moedas se torna ainda mais irresistível, e por sorte o grupo que eu estava para explorar a gruta, foi liberado para fotografar, o que foi simplesmente maravilho, pois só falar disso não daria para ilustrar o quanto é lindo!

Gruta feita de pedra calcária com mais de 250 mil anos, uma verdadeira obra-prima da natureza, ver aquelas paredes de pedra calcária tão maravilhosamente esculpidas pela água é dar uma impressão da magnitude de Deus e da simplicidade que ele coloca as coisas no mundo.

Não tenho mais palavras para descrever a emoção de sentir literalmente dentro da terra.

















quinta-feira, 8 de maio de 2008

Visitando um Castelo

Nestes dias tenho visto que não importa onde estejamos ou o que estamos fazendo, o importante mesmo é com quem estamos, visitei o castelo de são Jorge, e me senti uma verdadeira rainha, muito boa a sensação, andar por ruas onde reis, rainhas, princesas e plebeus é mesmo muito louco, por que até então essas coisas só existiam na imaginação ou em na memoria cinematográfica que tenho. Porém o mais legal era que eu estava me sentindo plenamente feliz, como uma rainha tem de ser.

Se contrapondo com minha felicidade, tinham escadas terríveis de subir, não sei como aqueles vestidos enormes aguentavam aquilo..rsrs, caminhos de pedra verdadeiramente lindos, um trabalho manual sem igual, sem contar na vista MA-RA-VI-LHO-SA da cidade, os ‘gajos’ tinham mesmo uma vista privilegiada, vê-se tudo mesmo, a parte ruim do castelo é que não tínhamos acesso aos dormitórios as ‘casas de banho’, nadinha, temos apenas a parte de fora para ver, os jardins lindos, mas era dentro que eu queria ver, lamentavelmente não vi, mas fico com a imaginação, visto que já tenho uma amostra de como era um castelo de verdade.










terça-feira, 6 de maio de 2008

"Pelas ruas que andei..."

"Procurei, procurei..." e nada lembra o o Brasil.

Um dia em Fátima


Parecia coisa da minha cabeça, eu no santuário de Nossa Senhora de Fátima, eu que nunca em toda minha vida achei que isso sairia dos meus castelos, lá estava, a frente de um dos maiores santuários erguidos para a mãe de Deus.

O tamanho daquilo é sem sombra de dúvida assustador, veio logo na minha minúscula cabeça, as igrejinhas que frequentava quando adolescente.rsrs, nem nos mais loucos castelos que eu construía, cheguei a pensar que estaria ali, vendo pessoas de todas as nacionalidades, com vários tipos de fé juntas com um mesmo propósito. Coisa de louco mesmo, adorei cada segundo.

Dentro do santuário, há umas velas ‘eletronicas’ que depositando uma moeda de um valor que agora não lembro, elas se acendem, porém este método moderno de velas não é bem aceito pelos fies, eles preferem a vela tradicional, que alias, ficam a venda num local sem ninguém supervisionando, chegamos lá há recipientes com as velas de vários tamanhos escolhemos a que nos ‘apetece’ e depositamos moedas num local especifico, o mais engraçado visto com os olhos brasileiros é que todos pagam pela vela, impossível não pensar que se fosse no Brasil isso não daria certo...rsrs

Há também uma espécie de faixa, onde as pessoas pagam suas promessas, antigamente , tipos uns 3 ou 4 anos se via um rastro de sangue que ficava dos joelhos dos fies, hoje isso não é mais permito e se vai pagar alguma promessa é preciso proteger os joelhos. Nada mais justo, já imaginou estar em contato com o sangue de outra pessoa com algum tipo de doença? Argg que pensamento feio!

Próximos dos dezenas de estacionamentos tem umas mesas fixas com bancos, para os peregrinos fazerem suas refeições, nós como a maioria levamos nossa comidinha e lá sentamos…ai que gostoso, comida típica portuguesa, doces, conversa, muito bom.

E é claro que aqui não está tudo que senti ou que vi estando neste belíssimo local que desejei estar por uma boa parte da adolescência, posso dizer apenas que nunca me senti tão feliz como estou me sentindo nesses dias.

sábado, 3 de maio de 2008

Santuário de Nossa Senhora de Fátima

Tenho muitas fotos, mais tarde postarei mais algumas.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Flores por onde passo...

Este país é cheiro de cores, e as da natureza são lindas, há flores por todos os lados, ao longo das BRs, ou auto-estradas como chama aqui, há umas amarelas lindas, uma pena não poder parar e registar, nas estradas menores, há outras amarelas e vermelhas parece um mar de cores, gosto muito, deixa a viagem mais agradável.

Já nas ruas de Alcochete, onde fica a casa de H, vasos de flores em frente de todas as casas, nas varandas, praças, restaurantes, em todo ‘sítio’ há flores, isso deixa a cidade tão linda, que só ‘apetece’ parar e apreciar, e eu faço mais que isso, fotografo todas que posso!

Queria que no Brasil fosse assim! Rsrs…

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Os comes e bebes

Para estar em um país diferente eu penso que é preciso estar aberto aos seus costumes, cultura e claro comida, e para minha sorte não estou na Tailândia ou no Japão onde se como cachorrinhos, baratas, escorpiões, graças a Deus estou num país onde a comida é maravilhosa, os doces são esplêndidos e tudo me apetece comer ( mesmo com um pouco de falta de apetite, me salta aos olhos tudo).

Num dia desta semana, comentei que havia comido uns mariscos à portuguesa há uns anos e tinha adorado, pois num é que no outro dia estavam preparando mexilhões, navalheiras e mariscos, tudo muito saboroso, nunca havia provado tais sabores, Adorei tudo!

Já numa das primeiras noites aqui, falo assim dos dias, porque nem sei em qual dia da semana estou, ainda estou perdida com os horários, serviram uma fava, que infelizmente não tive a ideia de fotografar, muito diferente das nossas ai no Brasil, grãos maiores e depois de cozidas ficam enrugadas acumulam o molhinho dela ali dentro das rugas, uma delícia, feita como se fosse feijoada, com carnes dentro, muito bom mesmo!

E agora enquanto escrevo este texto, a casa está cheirando maravilhosamente bem, estão a fazer bolinhos de bacalhau, que por sinal são diferentes dos nossos, os daqui contém muito mais bacalhau e são em formatos de quibe, veramente bom!

E não se pode falar de comida sem falar de bebida, aqui existe um tal de vinho verde, que se bebe gelado, é mais leve que o branco que eu já havia provado e mais saboroso, sem contar no velho copinho de vinho do porto que me deixou leve como uma pena, não tenho palavras para descrever mais adequadamente o prazer da gastronomia que a Bia e a Lola tem me proporcionado!

To adorando tudo!


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